Acreditando que a aprendizagem é uma prática da liberdade (FREIRE, 1983), entendemos que o processo avaliativo é sempre um desafio para as Instituições. Focamos assim, este processo, como mais uma etapa na análise da realidade do aluno, como mediação para manter ou alterar a prática em função dos objetivos a serem alcançados e, pretendendo que este, sirva como mola motivadora da análise do próprio aluno em sua ação sobre o objeto de conhecimento. Objetivamos, desta forma, avaliá-lo como um todo e captar suas necessidades, mesmo que ao final, tenhamos que analisar esta qualificação da aprendizagem na forma quantitativa.

Para isso, optamos por um espaço que “oportunize” aos seus partícipes o desenvolvimento de competências necessárias à sua inserção no processo produtivo e o exercício de sua cidadania. Uma escola que promova a construção do saber e a realização pessoal.

“ Uma democracia de qualidade só é possível com uma população que sabe pensar. Saber pensar inclui, entre outros ingredientes, saber ler ”. (Pedro Demo)